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Financiamento da Inovação: O Gargalo Não é a Ideia, Mas a Estrutura, Alerta Gileno Negreiros

  • Foto do escritor: Assessor de Imprensa
    Assessor de Imprensa
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura

Palestra no I Startup Connect mapeia fontes de fomento e exige planejamento para acessar Centelha, Finep e BNDES.


Porto Velho, RO – No período da tarde do Dia 2 do I Startup Connect Rondônia, a palestra "Dinheiro para Inovação", conduzida por Gileno Negreiros (Fundador da Capte.Ai e Consultor de Inovação), colocou em perspectiva o principal desafio das startups e PMEs: a captação de recursos e a sustentação financeira.

Gileno Negreiros iniciou sua fala destacando que o maior gargalo para iniciativas inovadoras na região não é a falta de boas ideias, mas sim a ausência de estrutura financeira e planejamento estratégico para garantir sua sustentabilidade ao longo do tempo. O consultor enfatizou que o sucesso na captação exige que o projeto inovador esteja alinhado com as exigências específicas dos editais e fundos, demonstrando viabilidade técnica, impacto social e retorno potencial.

Mapeamento dos Mecanismos de Apoio

A palestra se tornou um guia prático para os empreendedores presentes, detalhando os diversos mecanismos de apoio financeiro disponíveis no cenário nacional:

  • Editais de Subvenção Econômica: Destaque para programas conhecidos como Centelha, Finep, Sebrae, Embrapii e CNPq. Estes recursos, que não exigem retorno financeiro direto, são vitais para a fase inicial de P&D.

  • Linhas de Crédito Específicas: O palestrante citou a importância de instituições como o BNDES Inovação, que oferece linhas de crédito com condições favoráveis para projetos de desenvolvimento tecnológico.

  • Modelos Híbridos: Foi abordada a crescente relevância de modelos de financiamento que combinam equity (participação societária) com grant (subvenção).

Governança e Erros Comuns

O consultor dedicou tempo a alertar sobre os erros comuns que levam à reprovação em editais ou a problemas na execução de contratos. Entre eles, a falta de clareza no propósito do projeto e, crucialmente, a ausência de estrutura jurídica adequada e a má gestão dos recursos captados.

A palestra reforçou que o empreendedor deve entender que a inovação transcende o produto, abrangendo processo, gestão e modelo de negócio. O acesso contínuo a esses recursos públicos e privados depende de uma boa governança e da transparência na prestação de contas.

Gileno Negreiros encerrou incentivando os participantes a mapearem os instrumentos compatíveis com suas realidades e a formarem redes de colaboração para aumentar significativamente suas chances de acesso ao fomento e garantir o salto de escala em Rondônia.




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