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Além dos Algoritmos: Transformação Digital é a 'Nova Fronteira Humana', Afirma Dr. Juan Pablo Boeira

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    Assessor de Imprensa
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Palestra no I Startup Connect reposiciona a Inteligência Artificial como ferramenta colaborativa e exige empatia e criatividade de líderes.


Porto Velho, RO – No encerramento do segundo dia do I Startup Connect Rondônia, o Dr. Juan Pablo Boeira, CEO do Innovation Center e PHD em Inovação e IA, entregou uma visão estratégica sobre a Inteligência Artificial (IA), desmistificando a tecnologia e focando em seus impactos organizacionais. A palestra “Transformação Digital e Humana – A Nova Fronteira da Inteligência Artificial nas Organizações” destacou que o sucesso da IA depende essencialmente da mudança de mentalidade e da cultura.

Dr. Boeira defendeu que a incorporação da IA nas organizações não pode ocorrer de forma dissociada da transformação humana. A tecnologia, segundo ele, é um meio para redesenhar processos e ampliar a capacidade de análise de dados, mas impõe desafios éticos e culturais que exigem o preparo e o protagonismo humano.

Soft Skills valem Mais que Código

O palestrante argumentou que a nova fronteira da IA passa por modelos colaborativos, onde humanos e sistemas inteligentes trabalham em conjunto, somando a lógica computacional com a sensibilidade e o julgamento humano.

"A IA deve ser vista como uma ferramenta que amplia as capacidades humanas, e não como uma substituta do fator humano," enfatizou o Dr. Boeira.

Em um alerta crucial para o futuro do trabalho, ele destacou que, na era da IA, as competências mais valorizadas serão justamente as habilidades humanas: empatia, criatividade, pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas complexos.

Ética, Dados e Cultura como Base

Para empresas em Rondônia que buscam implementar soluções de IA em áreas como Agronegócio e Bioeconomia, o Dr. Boeira reforçou a necessidade de uma base cultural sólida. A adoção de ferramentas digitais só será bem-sucedida se for acompanhada de capacitação contínua, liderança adaptativa e uma cultura que priorize a inovação.

O especialista também abordou a responsabilidade no uso de dados, alertando para o risco de vieses algorítmicos e a importância da transparência e governança nos projetos de IA. Ele concluiu que as organizações que desejam ser relevantes no futuro precisam formar pessoas para trabalhar com a tecnologia de forma crítica, estratégica e colaborativa, garantindo que a inovação seja sustentável e centrada no ser humano.




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