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Além da Abstração: Consultora Alerta Empreendedores a Trocarem Intenções por Planos no I Startup Connect

  • Foto do escritor: Assessor de Imprensa
    Assessor de Imprensa
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Palestra "Além de Boas Ideias" foca na necessidade de pausas estratégicas, prototipagem rápida e uso do 'chapéu preto' para antecipar riscos.


Porto Velho, RO – No período da tarde do último dia do I Startup Connect Rondônia, a consultora Maila Andrade conduziu uma palestra centrada no fator crucial que separa uma boa ideia de um negócio viável: o planejamento prático e a visão crítica de risco. Sua abordagem teve como objetivo tirar os empreendedores do "caos" da abstração e levá-los a ações estruturadas.

Maila iniciou destacando que a principal causa de fracasso de projetos não é a falta de criatividade, mas sim a ausência de planejamento prático. Ela defendeu que o ato de "rever a rota é essencial", o que só acontece quando o empreendedor transforma suas intenções abstratas em planos concretos e escritos.

Design Thinking e o "Chapéu Preto"

A consultora sugeriu o uso do Design Thinking como uma ferramenta fundamental, especialmente por sua ênfase em explorar e definir o problema antes de saltar para soluções. Essa metodologia força o empreendedor a não se apegar a uma única ideia, mas a testar rápido, com pouco recurso, antes de escalar, economizando tempo e capital.

Um dos pontos centrais da fala foi a crítica à idealização do negócio. Maila utilizou a metáfora do "chapéu preto" (dos Seis Chapéus do Pensamento) para lembrar que o empreendedor deve elencar riscos, limites e obstáculos com frieza e honestidade. Segundo ela, planejar é justamente "antecipar a realidade" e se preparar para os desafios, e não sonhar sem bases.

O Tripé Indispensável do Planejamento

Para estruturar a jornada, Maila apresentou o "Tripé do Planejamento", composto por três pilares indispensáveis que garantem a clareza e a sustentabilidade do negócio:

  1. O Negócio em si: Foco na proposta de valor e no que está sendo ofertado.

  2. O Mercado: Análise da concorrência, diferenciais e lacunas.

  3. O Contexto: Avaliar o alinhamento da solução à realidade social e cultural local.

Maila concluiu que o bom empreendedor não é aquele que evita erros, mas aquele que planeja, testa, ajusta e segue com a humildade necessária para corrigir rotas, respeitando o tempo e as regras do mercado.



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